O cheiro das maçãs
Esta manhã tinha uma reunião em Lisboa e saí da A5 para Monsanto.
Era uma manhã como outra qualquer até que ao sair da rotunda para São Domingos de Benfica, travei de repente porque vi um esquilinho à beira da estrada.
Ele ficou atrapalhado. Não sabia se atravessava ou não.
E eu, ali sozinha, fiz um sorriso enorme, parei e dei-lhe um mini-apito de buzina para ajudar na sua decisão.
E apressadamente, decidiu-se a atravessar a rua e esconder-se entre as ervas.
Já vinha um carro a aproximar-se e eu fiquei radiante por ter sido eu a ter aquele encontro.
E são estas pequenas coisas, o cheiro das maçãs, a praia em fim de dia, o ondular do trigo, a algazarra dos pardais quando se preparam para dormir, a paz com que a Mariana dorme, que nos dão um sentido à vida.
Era uma manhã como outra qualquer até que ao sair da rotunda para São Domingos de Benfica, travei de repente porque vi um esquilinho à beira da estrada.
Ele ficou atrapalhado. Não sabia se atravessava ou não.
E eu, ali sozinha, fiz um sorriso enorme, parei e dei-lhe um mini-apito de buzina para ajudar na sua decisão.
E apressadamente, decidiu-se a atravessar a rua e esconder-se entre as ervas.
Já vinha um carro a aproximar-se e eu fiquei radiante por ter sido eu a ter aquele encontro.
E são estas pequenas coisas, o cheiro das maçãs, a praia em fim de dia, o ondular do trigo, a algazarra dos pardais quando se preparam para dormir, a paz com que a Mariana dorme, que nos dão um sentido à vida.

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